Pense verde: construa seu espaço:vento 
A formação do vento
As regiões que possuem florestas, por exemplo, a sombra das árvores impede que o solo se aqueça muito. Porém onde não há florestas, os raios solares incidem diretamente sobre certas regiões da Terra são menos aquecidas que outras pela ausência do Sol. No solo, aquecendo-o de forma mais intensa. O calor do solo se irradia e aquece o ar. Por sua vez, o ar quente fica mais leve e sobe. Já nas regiões menos aquecidas o ar se desloca, para ocupar o lugar do ar quente que subiu. Ao subir, o ar quente se afasta do solo e torna a se esfriar. Com isso, fica mais pesado e desce novamente. Essa movimentação do ar é o que denominamos de vento.
• Tipos de vento
Existem diversos tipos de vento, pois são classificados por sua velocidade:
- Brisa: é um vento muito fraco. Sua velocidade não ultrapassa a 20 km/h.
- Vento fraco: sopra com uma velocidade de 20 a 40 km/h.
- Vento forte: atinge cerca de 40 a 80 km/h.
- Furacão: é o mais forte de todos os ventos. Sua velocidade é superior a 80 km/h.
• Curiosidades
- O papel do vento na história
O vento já desenvolveu um papel muito importante na história da humanidade, pois houve época, como a dos grandes descobrimentos, em que as embarcações dependiam unicamente do vento para se mover. Já nos dias atuais sua importância é bem menor. O vento foi muito utilizado também para movimentar moinhos.
- O vento em outros planetas
Em várias regiões da Terra ocorrem furacões que sopram com ventos de mais de 80 km/h, resultando em grandes problemas às populações locais. Porém esses ventos não são nada se comparados aos dos outros planetas. Em Júpiter, por exemplo, o vento chegada a 500 km/h; em Marte, alcança 200 km/h e em Saturno atinge até 1400 km/h
O vento pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e é influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.
Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica, estando diretamente relacionadas à radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude térmica.
· O vento atua como agente de transporte efetivo, intervém na polinização e no deslocamento das sementes.
· Na Patagônia as árvores crescem todas inclinadas para o norte, devido aos fortes e constantes ventos que as empurram nessa direção.
· O vento também é um poderoso agente de erosão, remodelando a paisagem de muitos locais.
· Os aviões que voam da América do Norte para a Europa economizam bastante combustível se conseguirem penetrar na corrente do jato, fazendo com que seus velozes ventos literalmente "empurrem" as aeronaves para a frente.

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| Categoria 1 Poucos danos: ventos de 118 a 152 km/h. Pressão barométrica mínima igual ou superior a 980 milibares. Consequências: as árvores, os arbustos e os trailers serão arrastados se não forem amarrados a algum lugar seguro. Outros tipos de construção serão atingidas de forma mais amena. Destruição parcial ou total de letreiros e anúncios mal instalados. Seqüência de ondas com altura de 1 a 1,5 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. Poucos danos em ancoradouros. As embarcações pequenas têm suas amarras rompidas. Categoria 2 Danos Moderados: ventos de 153 a 178 km/h. Pressão barométrica mínima de 965 a 979 milibares. Consequências: danos consideráveis em árvores e arbustos. Perda total de trailers, letreiros e anúncios. Destruição parcial de telhados, portas e janelas. Poucos danos em construções. Seqüência de ondas com altura de 1,8 a 2,4 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. As avenidas que estão em terrenos baixos são interrompidas de 2 a 4 horas antes da chegada do centro do furacão. As marinas ficam inundadas. É obrigatória a retirada dos moradores das áreas costeiras. Categoria 3 Muitos Danos: ventos de 179 a 209 km/h. Pressão barométrica mínima de 945 a 964 milibares. Consequências: ramos de árvores são arrancados. Árvores grandes são derrubadas. Anúncios e letreiros são arrastados pelo vento. Danos em telhados, portas e janelas de casas. Danos na estrutura de edifícios pequenos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 2,8 a 3,7m acima do normal, inundando a área costeira e destruindo casas próximas ao litoral. Prédios de porte são danificados por causa das ondas. As avenidas de emergência, que estão em terrenos baixos, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. Os terrenos que estão a 1,5 m ou menos acima do nível do mar são inundados. A água avança cerca de 12 km continente adentro. É exigida a retirada dos moradores das áreas costeiras. Categoria 4 Danos Extremos: ventos de 211 a 250 km/h. Pressão barométrica mínima de 920 a 944 milibares. Consequências: as árvores são arrastadas pelo vento. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos. Grandes danos nos telhados, janelas e portas das casas. Algumas paredes e tetos de residências são completamente destruídos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 4 a 5,5 m acima do normal. Os terrenos que estão a pelo menos 3 m acima do nível do mar são inundados e a água avança cerca de 9,6 km continente adentro. As avenidas e estradas de emergência, escolhidas para a retirada de moradores, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. É obrigatória a retirada total de todas as pessoas que morem próximo à costa e que vivam em terrenos baixos, a uma distância de 3.2 km do mar. Categoria 5 Danos Catastróficos: ventos superiores a 250 km/h. Pressão barométrica mínima abaixo de 920 milibares. Consequências: Árvores grandes são arrancadas desde a raíz. Telhados de casas e edifícios são completamente danificados. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos, além de serem levados pelo vento a longas distâncias, provocando mais estragos pelo caminho. |
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Dr. Clark diz que os incêndios que se deslocam mais lentamente nos aclives são exceção à regra, mas acontece. Os ventos podem trabalhar contra o fogo que está tentando se mover no aclive.
"Depende de que modo o vento está soprando", ele diz. "Por exemplo, tenho um estudo de caso na Austrália onde o vento estava soprando montanha abaixo, levando fogo para longe da colina até abrangê-la toda.
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