quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Pense verde: construa seu espaço :vento

Pense verde: construa seu espaço:vento

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A formação do vento


As regiões que possuem florestas, por exemplo, a sombra das árvores impede que o solo se aqueça muito. Porém onde não há florestas, os raios solares incidem diretamente sobre certas regiões da Terra são menos aquecidas que outras pela ausência do Sol. No solo, aquecendo-o de forma mais intensa. O calor do solo se irradia e aquece o ar. Por sua vez, o ar quente fica mais leve e sobe. Já nas regiões menos aquecidas o ar se desloca, para ocupar o lugar do ar quente que subiu. Ao subir, o ar quente se afasta do solo e torna a se esfriar. Com isso, fica mais pesado e desce novamente. Essa movimentação do ar é o que denominamos de vento.

• Tipos de vento

Existem diversos tipos de vento, pois são classificados por sua velocidade:

- Brisa: é um vento muito fraco. Sua velocidade não ultrapassa a 20 km/h.
- Vento fraco: sopra com uma velocidade de 20 a 40 km/h.
- Vento forte: atinge cerca de 40 a 80 km/h.
- Furacão: é o mais forte de todos os ventos. Sua velocidade é superior a 80 km/h.

Curiosidades

- O papel do vento na
história

O vento já desenvolveu um papel muito importante na história da
humanidade, pois houve época, como a dos grandes descobrimentos, em que as embarcações dependiam unicamente do vento para se mover. Já nos dias atuais sua importância é bem menor. O vento foi muito utilizado também para movimentar moinhos.

- O vento em outros planetas

Em várias regiões da Terra ocorrem furacões que sopram com ventos de mais de 80 km/h, resultando em grandes problemas às populações locais. Porém esses ventos não são nada se comparados aos dos outros
planetas. Em Júpiter, por exemplo, o vento chegada a 500 km/h; em Marte, alcança 200 km/h e em Saturno atinge até 1400 km/h

O vento pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e é influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.

Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica, estando diretamente relacionadas à radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude térmica.

· O vento atua como agente de transporte efetivo, intervém na polinização e no deslocamento das sementes.

· Na Patagônia as árvores crescem todas inclinadas para o norte, devido aos fortes e constantes ventos que as empurram nessa direção.

· O vento também é um poderoso agente de erosão, remodelando a paisagem de muitos locais.

· Os aviões que voam da América do Norte para a Europa economizam bastante combustível se conseguirem penetrar na corrente do jato, fazendo com que seus velozes ventos literalmente "empurrem" as aeronaves para a frente.

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Categoria 1
Poucos danos: ventos de 118 a 152 km/h. Pressão barométrica mínima igual ou superior a 980 milibares.

Consequências: as árvores, os arbustos e os trailers serão arrastados se não forem amarrados a algum lugar seguro. Outros tipos de construção serão atingidas de forma mais amena. Destruição parcial ou total de letreiros e anúncios mal instalados. Seqüência de ondas com altura de 1 a 1,5 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. Poucos danos em ancoradouros. As embarcações pequenas têm suas amarras rompidas.

Categoria 2
Danos Moderados: ventos de 153 a 178 km/h. Pressão barométrica mínima de 965 a 979 milibares.

Consequências: danos consideráveis em árvores e arbustos. Perda total de trailers, letreiros e anúncios. Destruição parcial de telhados, portas e janelas. Poucos danos em construções. Seqüência de ondas com altura de 1,8 a 2,4 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. As avenidas que estão em terrenos baixos são interrompidas de 2 a 4 horas antes da chegada do centro do furacão. As marinas ficam inundadas. É obrigatória a retirada dos moradores das áreas costeiras.

Categoria 3
Muitos Danos: ventos de 179 a 209 km/h. Pressão barométrica mínima de 945 a 964 milibares.

Consequências: ramos de árvores são arrancados. Árvores grandes são derrubadas. Anúncios e letreiros são arrastados pelo vento. Danos em telhados, portas e janelas de casas. Danos na estrutura de edifícios pequenos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 2,8 a 3,7m acima do normal, inundando a área costeira e destruindo casas próximas ao litoral. Prédios de porte são danificados por causa das ondas. As avenidas de emergência, que estão em terrenos baixos, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. Os terrenos que estão a 1,5 m ou menos acima do nível do mar são inundados. A água avança cerca de 12 km continente adentro. É exigida a retirada dos moradores das áreas costeiras.

Categoria 4
Danos Extremos: ventos de 211 a 250 km/h. Pressão barométrica mínima de 920 a 944 milibares.

Consequências: as árvores são arrastadas pelo vento. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos. Grandes danos nos telhados, janelas e portas das casas. Algumas paredes e tetos de residências são completamente destruídos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 4 a 5,5 m acima do normal. Os terrenos que estão a pelo menos 3 m acima do nível do mar são inundados e a água avança cerca de 9,6 km continente adentro. As avenidas e estradas de emergência, escolhidas para a retirada de moradores, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. É obrigatória a retirada total de todas as pessoas que morem próximo à costa e que vivam em terrenos baixos, a uma distância de 3.2 km do mar.

Categoria 5
Danos Catastróficos: ventos superiores a 250 km/h. Pressão barométrica mínima abaixo de 920 milibares.

Consequências: Árvores grandes são arrancadas desde a raíz. Telhados de casas e edifícios são completamente danificados. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos, além de serem levados pelo vento a longas distâncias, provocando mais estragos pelo caminho.


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Incêndios Florestais

Dr. Clark diz que os incêndios que se deslocam mais lentamente nos aclives são exceção à regra, mas acontece. Os ventos podem trabalhar contra o fogo que está tentando se mover no aclive.

"Depende de que modo o vento está soprando", ele diz. "Por exemplo, tenho um estudo de caso na Austrália onde o vento estava soprando montanha abaixo, levando fogo para longe da colina até abrangê-la toda.














CHUVA ÁCIDA

A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas. As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.
O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a preciptação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios. Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis.

Causas e consequências da precipitação ácida
Na ausência de qualquer contaminante atmosférico, a água precipitada pela chuva é levemente ácida, sendo de esperar um pH de aproximadamente 5,2 a 20 ºC, valor inferior ao que resultaria se a solução ocorresse em água destilada (pH = 5,6) devido à presença de outros compostos na atmosfera terrestre não poluída.[3] Essa acidez natural, apesar de localmente poder ser influenciada pela presença de compostos orgânicos voláteis e de óxidos de azoto gerados por trovoadas, resulta essencialmente da dissociação do dióxido de carbono atmosférico dissolvido na água, formando um ácido fraco, conhecido como ácido carbónico, segundo a reacção:
CO2 (g) + H2O (l) ⇌ H2CO3 (aq)
O ácido carbónico sofre ionização em solução aquosa, formando baixas concentração acidificantes de iões hidrónio:
2H2O (l) + H2CO3 (aq) ⇌ CO32- (aq) + 2H3O+(aq)
A ionização acima referida ocorre tanto nas gotículas de água atmosférica (nas nuvens, nevoeiros e neblinas), na água existente na superfície de gelos ou cristais de neve e ainda no orvalho e na água adsorvida em partículas sólidas em suspensão no ar. É devido a essa multiplicidade de vias de formação que o termo chuva ácida, apesar de muito difundido, deve ser preferencialmente substituído por deposição ácida, já que a acidificação da precipitação, com todas as consequências ambientais resultantes, pode ocorrer na ausência de chuva.
Em resultado dessa acidez natural, o limite para se considerar a precipitação como ácida é em geral um pH inferior a 4,5 (a 20 °C), o que corresponde a precipitação que contém concentrações mensuráveis de um ou mais ácidos fortes e que pela sua acidez causa comprovados efeitos negativos sobre as plantas, os organismos vivos aquáticos e as estruturas construídas e equipamentos com os quais entre em contacto.
[editar] Origem da acidez acrescida
A acidez acrescida que está na origem da precipitação ácida resulta na sua maior parte da interacção dos componentes naturais da atmosfera terrestre com poluentes primários, entre os quais avultam os óxidos de azoto e os óxidos de enxofre, os quais reagem com a água atmosférica para formar ácidos fortes como sejam o ácido sulfúrico e o ácido nítrico. A principal fonte desses poluente primários é a queima de combustíveis fósseis para produção de energia térmica, energia eléctrica e para a propulsão de veículos.
Embora existam processos naturais que contribuem para a acidificação da precipitação, com destaque para os gases lançados na atmosfera pelos vulcões e os gerados pelos processos biológicos que ocorrem nos solos,[4] pântanos e oceanos, as fontes antrópicas, isto é resultantes da acção humana, são claramente dominantes. A prova dessa predominância foi obtida pela determinação da diferença entre a acidez da precipitação nas zonas industrializadas e em partes remotas do globo, pela comparação da acidez actual com o registo deixado pela captura da precipitação no gelo dos glaciares ao longo de milhões de anos e pelo registo deixado nos fundos de lagos e oceanos pela deposição de restos orgânicos indiciadores das condições de acidez prevalecentes.
A análise das camadas de gelo depositadas em glaciares e nas calotas polares mostram uma rápida diminuição do pH da precipitação a partir do início da Revolução Industrial, passando em média de 5,6 para 4,5 ou mesmo 4,0 nalgumas regiões, mostrando um forte acidificação. Igual conclusão é retirada da análise da prevalência de espécies de diatomáceas em camadas de sedimento recolhidos do fundo de lagos, confirmando a correlação entre a industrialização e a diminuição do pH da precipitação.
As principais fontes humanas dos gases poluentes primários são as indústrias, as centrais termoelétricas e os veículos de transporte motorizado. Os gases libertados podem ser transportados na circulação atmosférica por muitos milhares de quilómetros antes de reagirem com gotículas de água, originando então os compostos que acidificam a precipitação.
A sua natureza transfronteiriça, já que a circulação atmosférica dispersa os efeitos ao longo de grandes áreas da Terra, leva a que também afecte as regiões sitas a jusante do seu ponto de emissão no sistema de circulação atmosférica, levando a que áreas onde as emissões não são significativas possam ser severamente prejudicadas pela precipitação de poluentes gerados a montante.
Andressa Severo

O que é um furacão?

O furacão é uma poderosa tempestade que produz ventos extremamente rápidos. Na realidade, o furacão é um ciclone (uma depressão) de forte intensidade. Quando o furacão alcança o continente, ele provoca chuvas torrenciais de grande intensidade num curto intervalo de tempo.Esses ciclones de grande intensidade são denominados de hurricane na América do Norte e na região do Caribe, de tufões no sudeste asiático e de willi-willi no Oceano Índico e na Austrália.

Como distinguir um furacão de tornado?

Com freqüência confunde-se tornado com furacão. Pode-se distingui-los pelo fato de o tornado constituir um fenômeno local, enquanto o furacão pode estender-se até 1.000 km de diâmetro. Além do mais, o tornado é acompanhado de ventos ainda mais violentos do que o ciclone, mas ele só dura algumas horas, enquanto um furacão pode durar semanas e percorrer milhares de quilômetros.

Como os furacões são formados?

Os furacões formam-se depois que os raios do Sol incidem durante vários dias sobre o oceano, provocando o aquecimento da massa de ar situada próximo de sua superfície líquida, quando a sua umidade se eleva. Quanto mais ar quente e úmido sobe, mais a temperatura diminui, o que favorece a condensação do vapor em gotas de chuva para formar as nuvens. Quanto mais umidade e calor existirem, mais evaporação irá ocorrer, o que poderia provocar o surgimento de várias centenas de tempestades.

Assim que o furacão toca o continente, ele encontra águas mais frias ao norte no hemisfério norte ou ao sul no hemisfério sul. O calor e a umidade necessários para a sua manutenção tornam-se insuficientes e começa o seu declínio. Além do mais, quando ele se desloca sobre o continente, o furacão perde rapidamente energia e velocidade em virtude de seu atrito com a superfície terrestre.

No interior dos furacões, os ventos variam de 117 km/h a 300 km/h. Segundo a sua intensidade, o diâmetro do furacão pode atingir os 2.000 quilômetros e pode deslocar-se por vários milhares de quilômetros. Alguns se deslocam à velocidade de 20 a 25km/h, apesar da velocidade excessiva dos ventos que o fazem girar.

Um fato curioso e notável é que no centro olho do furacão a tempestade é mais calma. Nesta zona, a pressão é muito baixa, podendo ocorrer ventos de somente 30km/h.

O maior perigo é quando um furacão atinge a costa, após ter percorrido uma grande extensão sobre o mar: produz então a denominada maré de tempestade. Um montículo de água se forma sob o centro do furacão, onde a água se eleva por aspiração. Sobre o oceano, esse relevo semelhante a uma bossa e ligeiramente visível vai crescendo à medida que se aproxima da costa. Ao tocar a costa, a água invade as terras, provocando destruições indescritíveis.

Como surgem os furacões?

1. Os furacões surgem numa zona de baixa pressão atmosférica, onde o ar mais leve tende a subir.

2. Quando esse movimento ascendente acontece sobre um oceano tropical, a evaporação da água marinha faz com que as camadas mais baixas de atmosfera sejam ricas em vapor de água. A enorme quantidade de vapor d’água assim formada é transportada às mais elevadas e frias camadas da atmosfera.

3. Ao alcançar as camadas superiores, o vapor se condensa dando origem à água. Durante um processo, uma parte do calor existente no vapor é liberada na atmosfera, re-aquecendo o ar em sua volta, que retorna à parte superior. À medida que a diferença de temperatura entre as camadas superficiais e superiores da atmosfera aumenta, maior será a possibilidade do ciclone se transformar num furacão.

4. Uma vez formado o furacão, ocorrem ventos horizontais na superfície, cada vez mais rápidos, provocados pelas massas de ar que se deslocam para ocupar o espaço deixado pelas massas de ar quente que sobem para as camadas superiores da atmosfera.

Como os furacões são classificados?

Furacões são classificados em três grupos principais: depressões tropicais, tempestades tropicais, e um terceiro grupo cujo nome depende da região.

Uma depressão tropical é um sistema organizado de nuvens e temporais com uma circulação de superfície definida sustentando ventos de menos de 17 metros por segundo (33 laços, 38 mph, ou 62 km/h). Não tem nenhum olho, e não tem a forma espiral de tempestades tipicamente poderosas.

Uma tempestade tropical é um sistema organizado de tempestades fortes com uma circulação de superfície definida sustentando ventos entre 17 e 33 metros por segundo (34 a 63 laços, 39 a 73 mph, ou 62 a 117 km/h). Neste momento, a forma ciclônica distintiva começa a desenvolver, entretanto um olho normalmente não é presente.


Furacão - no Oceano Atlântico Norte, Pacífico Oceano leste Norte da menção de lugar e data da notícia, e o Sul Pacífico Oceano leste de 160°E.


Tufão- no Oceano Pacífico oeste Noroeste da menção de lugar e data da notícia.


Furacão severo - no Pacífico Oceano oeste Sudoeste de 160°E ou Sudeste leste de Oceano Índico de 90°E.


Tempestade ciclônica severa - no Oceano Índico Norte.

Os furacões são categorizados em escala de 01 a 05 de acordo com a força dos ventos denominada Escala de Furacões Saffir-Simpson. Um furacão categoria 01 tem as mais baixas velocidades do vento, enquanto um de categoria 5 tem a mais forte velocidade do vento. Estes são condições relativas, porque as tempestades de categoria menor às vezes podem infligir maior dano que categoria mais alta dependendo do local onde acontece o fenômeno. De fato, tempestades tropicais também podem produzir danos significantes e perda de vida, principalmente devido as inundações. Também há uma versão polar ao furacão, chamado de ciclone ártico.

professora não consequi postar pelo meu só concequi pelo da brenda tá

é o meu trabalho do VOLMIR DIFANTE DE OLIVEIRA JUNIOR


Granizo


Detalhe de pedras de granizo

O granizo (ou saraiva) é um fenómeno meteorológico, que consiste numa precipitação de pedras de gelo que podem medir 5 mm[1] ou ser até do tamanho de uma laranja. Em muitas partes do mundo, é comum a tempestade com pedras de gelo do tamanho de uma bola de tênis.[2]


Formação

Chuva de granizo em Bogota, Colombia

O granizo forma-se quando pequenas partículas de gelo caem dentro das nuvens, recolhendo assim a umidade. Essa umidade se congela e as partículas são levadas para cima novamente pelas correntes de ar, aumentando de tamanho. Isso acontece várias vezes, até que a partícula se transforma em granizo, que tem o peso suficiente para vencer as correntes de ar e cair em direcção à terra.

Os granizos grandes podem estragar as plantações, furar tectos, amassar carros e quebrar pára-brisas. O recorde das maiores pedras de granizo foi alcançado em Bangladesh, durante uma tempestade que matou 92 pessoas. As pedras de gelo pesavam quase 5 kg e caiam com velocidades próximas de 150 metros por segundo. Ninguém soube explicar tal evento, que ainda hoje causa muita discussão entre os especialistas.[3]

[editar] O granizo das trovoadas

Tempestade de granizo ou saraivada

À medida que os cristais de gelo caem através de uma nuvem contendo gotículas de água superarrefecida, estas podem congelar em cima deles por um processo de acumulação (acreção). As partículas que resultam desse processo eventualmente chegam ao solo se as temperaturas forem muito baixas (cerca de 8°C ou menos). Ao caírem, crescem de novo por acumulação até chegarem à base da nuvem e algumas voltam então a ser transportadas para o topo pelas correntes ascendentes de ar. Este ciclo pode-se repetir várias vezes e os grânulos resultantes vão crescendo camada a camada. Quanto mais fortes forem as correntes ascendentes, mais vezes este ciclo se repetirá para cada grânulo e, mais ele crescerá. Quando um grânulo se torna demasiado pesado, cai da nuvem e acelera sob a ação da gravidade em direção à superfície da Terra.

Mesmo que a temperatura do ar esteja relativamente elevada, os grânulos não chegam a derreter porque o tempo que atravessam o ar quente debaixo da trovoada não é suficiente para poderem derreter antes de chegar ao solo. Por isso, o que acaba por cair na superfície são grânulos de gelo, em estado amorfo, que se precipitam com violência no solo - o chamado chuva de granizo ou chuva de pedra.

Danos

O granizo causa grandes prejuízos à agricultura. No Brasil, as culturas de frutas de clima temperado, como maçã, pêra, pêssego, kiwi, e a fumicultura são as mais vulneráveis ao granizo.

Dentre os danos materiais provocados pela saraivada, os mais importantes correspondem à destruição de telhados, especialmente quando construídos com telhas de amianto ou de barro e aos fruticultores.

Poderão ainda ocorrer: congestionamentos no trânsito devido ao acúmulo de gelo nas ruas, queda de árvores, destelhamentos, perda de lavoura, alagamentos, danos às redes elétricas, amassamento de latarias de veículos e quebra de vidros de veículos.

1 - O que fazer quando ocorrer uma chuva de granizo?

- Abrigar-se da chuva torrencial que poderá acompanhar ao granizo e causar inundações;
- Não abrigar-se debaixo de árvores, pois há riscos de quedas;
- Não abrigar-se em frágeis coberturas metálicas;
- Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois estas estarão sob influência de ventos fortes;
- Evite engarrafamentos em ruas e avenidas que foram afetadas pela chuva de granizo;


valeu gurizada fiquem ligados nos assuntos q aqui comentamos bjuxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

brenda


quarta-feira, 17 de novembro de 2010


TEMPESTADE

*A tempestade é um fenômeno atmosférico marcado por ventos fortes, trovoadas, relâmpagos, raios e chuva, usualmente com duração de dezenas minutos.
*Ela se forma quando há suficiente liberação de calor latente pela condensação de gotas de nuvem e cristais de gelo (na parte fria da tempestade). Dentro da tempestade coexistem movimentos verticais ascendentes e descendentes intensos, o que gera muita turbulência mistura e entranhamento de ar pelo topo da tempestade a medida que ela cresce. O ar seco que entranha pelo topo é muito seco e evapora as gotas e cristais da nuvem gerando resfriamento das parcelas de ar e sua descida através da nuvem, na forma de correntes descendentes, ao mesmo tempo que correntes ascendentes sobem devido ao aquecimento das pa rcelas de ar pela liberação de calor latente de condensação.
*As regiões de maior incidência meio oeste estadunidense (USA), nas GrandesPlanícies a Leste das Montanhas Rochosas *Cosequências a tempestade pode provocar neve ou nevasca se o vento é intenso. Ao derreter neve fresca obtém-se água líquida na proporção aproximada de 10 para 1, por exemplo, um metro de neve fresca derrete para formar 100 mm (10 cm) de altura de água liquida sobre cada metro quadrado do terreno horizontal
*Não há como evitar a tempestade porque ocorrem quando a atmosfera encontra-se termodinamicamente instável, há energia potencial disponível para ser convertida em movimento de ar ascendente dentro da nuvem e descendente fora da nuvem (na forma de uma célula de circulação), e quando há convergência do vento em superfície, por exemplo, junto a uma frente de rajada de brisa marítima durante o período convectivo.
DAITIONE TURMA 202

VENTO O vento é considerado como o ar em movimento. Ele se forma através do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e é influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica, estando diretamente relacionadas à radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude térmica. As regiões que possuem maior incidêntes são várias. As consequências através do vento forma-se furacões,vendavais,e até mesmo tornados. Não há como evitar o vento. LETÍCIA TURMA 202
TEMPESTADE

*A tempestade é um fenômeno atmosférico marcado por ventos fortes, trovoadas, relâmpagos, raios e chuva, usualmente com duração de dezenas minutos.
*Ela se forma quando há suficiente liberação de calor latente pela condensação de gotas de nuvem e cristais de gelo (na parte fria da tempestade). Dentro da tempestade coexistem movimentos verticais ascendentes e descendentes intensos, o que gera muita turbulência mistura e entranhamento de ar pelo topo da tempestade a medida que ela cresce. O ar seco que entranha pelo topo é muito seco e evapora as gotas e cristais da nuvem gerando resfriamento das parcelas de ar e sua descida através da nuvem, na forma de correntes descendentes, ao mesmo tempo que correntes ascendentes sobem devido ao aquecimento das pa rcelas de ar pela liberação de calor latente de condensação.
*As regiões de maior incidência meio oeste estadunidense (USA), nas GrandesPlanícies a Leste das Montanhas Rochosas *Cosequências a tempestade pode provocar neve ou nevasca se o vento é intenso. Ao derreter neve fresca obtém-se água líquida na proporção aproximada de 10 para 1, por exemplo, um metro de neve fresca derrete para formar 100 mm (10 cm) de altura de água liquida sobre cada metro quadrado do terreno horizontal
*Não há como evitar a tempestade porque ocorrem quando a atmosfera encontra-se termodinamicamente instável, há energia potencial disponível para ser convertida em movimento de ar ascendente dentro da nuvem e descendente fora da nuvem (na forma de uma célula de circulação), e quando há convergência do vento em superfície, por exemplo, junto a uma frente de rajada de brisa marítima durante o período convectivo.

terça-feira, 16 de novembro de 2010





Tornado é um pequeno, porém intenso, redemoinho de vento, formado por um centro de baixa pressão durante tempestades. Se o redemoinho chega a alcançar o chão, a repentina queda na pressão atmosférica e os ventos de alta velocidade (que podem alcançar mais de 500 km/h) fazem com que o tornado destrua quase tudo o que encontrar no meio de seu caminho. Normalmente, os tornados se formam associados a tempestades severas que produzem fortes ventos, elevada precipitação pluviométrica e freqüentemente granizo. Após tocar o solo, um tornado pode atingir uma faixa que varia entre 100 a 1200 metros, deslocando-se por uma extensão de aproximadamente 30 km (embora já tenham sido registrados tornados que se deslocaram por distâncias superiores a 150 km). Normalmente a sua formação ocorre no final da tarde, horário em que a atmosfera se encontra mais instável, com forte turbulência e presença de nuvens Cumulonimbus. Porém não é incomum observar o surgimento desses ciclones durante a noite. Isso porque os tornados também vem de uma categoria específica de nuvens chamadas super-células de tempestade, que "amadurecem" durante o dia e se transformam em fortes tempestades de granizo. O tamanho destas pedras de granizo é bastante considerável se tivermos como padrão as pequenas pedras conhecidas, que são de aproximadamente 0,5 cm. Estas podem variar do tamanho de uma bola de gude até ao de uma bola de golfe ou tênis.

O tornado também tem classes tais se classificam como:

· Tornado de vórtice múltiplo: é um tipo de tornado no qual duas ou mais colunas de ar giram ao redor de um centro comum. Estruturas de múltiplos vórtices podem ocorrer em quase qualquer circulação, mas é mais freqüentemente observada em tornados intensos.

· Tornado satélite: é para um tornado mais fraco que forma muito perto de um tornado mais forte contido dentro do mesmo mesociclone. O tornado satélite pode se aparecer estar orbitando o tornado maior dando o aparecimento de um grande tornado de vórtices múltiplos. Porém, um tornado de satélite é um funil distinto, e é muito menor que o funil principal.

Regiões mais atingidas:

A região Sul do Brasil, junto com a Argentina e o Paraguai, registra a segunda maior incidência de tornados no mundo. A falta de estrutura ajuda a agravar os impactos do fenômeno.

Consequências

A principal consequencia de um tornado, e a destruição que ele deixa após sua passagem, um rastro de destruição. Mas há tambem as doenças causadas pelas pessimas condições sanitarias que os ambientes ficam após a passagem, falta de comida levando a desnutrição e mais doenças, falta de água, o efeito moral que ele causa nas pessoas que vem todos os seus bens destruidos e que terão de recomeçar quase que do zero.

De:Ana Paula Fernandes Damitz *_*